Começou fazendo cursinho para a área de humanas, mas pensava na medicina como um mérito, gostou sempre de escrever, ler, estar informada e em dezembro de 2008 se formou em jornalismo na faculdade UnB de Brasília.
Luana Lleras, 23 anos trabalha como jornalista no Jornal de Brasília.
Como foi o seu primeiro emprego? Suas viagens como jornalista?
Meu primeiro trabalho foi na emissora Globo fazendo edição de imagens, mas meu forte sempre foi escrever e trabalhar em uma redação era o que almejava fiquei sabendo de uma vaga para trabalhar no site e desde Maio do ano passado trabalho na redação do jornal de Brasília, comecei fazendo algumas matérias na parte de Cidades e hoje alimento o site do jornal.
Já viajei para Recife na cobertura de uma convenção de atacadistas para Economia.
Como concilia o horário de trabalho com as horas vagas? E o que gosta de fazer?
Entro às 8 horas da manhã é geralmente não tenho hora para sair. O jornal tem que estar pronto às 7 h, no máximo 21h30min é a 00h00minh já está fechado, para ser distribuído para a população às seis horas da manhã.
Gosto de ficar com a família nos tempos vagos, é ir ao cinema assistiram um bom filme.
Comenta nunca desligar o celular, pois a qualquer hora pode surgir um furo de reportagem, alguma dica de pauta.
Uma comparação entre o jornal impresso e os outros meios de comunicação?
O jornal impresso está passando por uma forma analítica e os jornais de Brasília buscam matérias com focos diferentes para não saírem da mídia. A internet um meio de informação que é muito importante, pois é uma mídia mais rápida e de fácil acesso por todos.
Sobre a ética o que tem a dizer?
Sou jornalista que prezo da ética que aprendi, mas confesso já ter ido contra ela em algumas de minhas matérias, precisa ter ética e ser julgado como antiético é só uma conseqüência.
Uma matéria muito importante em sua vida?
Emociono-me em falar com muito orgulho de uma matéria que fiz com um portador de necessidade especial que tocava violão.
“No outro dia quando o jornal saiu ele me ligou para comentar sobre a matéria e confessou ter ficado muito emocionado com o resultado, é muito gratificante você saber que as pessoas se emocionam com o que você escreve, jornalismo é isso”.
Suas fontes de inspiração?
Tenho como fonte de inspiração uma ótima jornalista, Maria Eugênia, editora executiva do jornal de Brasília.Entra na lista também Cristina Serra que trabalha na globo com política e Eraldo Pereira.
Sobre a queda do diploma?
Sou contra a queda do diploma, pois se passa três anos no máximo quatro, dentro de uma faculdade aprendendo princípios para serem jogados para o ar. Mas nenhuma empresa deixara de contratar uma pessoa formada na área para pegar qualquer um e acabar escrevendo o que não deve e sujando o nome do jornal.
Sobre o futuro?
Pretendo me tornar editora daqui dois anos, fazer uma pós em foto jornalismo e ter um pouquinho a mais de tempo para minha família.
Uma dica?
Muito importante que leiam bastantes livros que enriqueçam e ajude na profissão como: A Sangue Frio, Noticia do Planalto e Minha razão de viver livros que não podem faltar na vida de um jornalista.
“E para quem deseja seguir à carreira que tenham muito amor, pois não terão muito tempo para a família, nem sempre serão reconhecidos e receberá um bom salário, a camisa tem que ser vestida com amor e se entregar de corpo, alma e coração e nunca desistir de seus sonhos”. Afirma Luana Lleras.
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