sexta-feira, 30 de abril de 2010

Da garota que sonhava em ser médica e se tornou jornalista

Começou fazendo cursinho para a área de humanas, mas pensava na medicina como um mérito, gostou sempre de escrever, ler, estar informada e em dezembro de 2008 se formou em jornalismo na faculdade UnB de Brasília.
Luana Lleras, 23 anos trabalha como jornalista no Jornal de Brasília.

Como foi o seu primeiro emprego? Suas viagens como jornalista?
Meu primeiro trabalho foi na emissora Globo fazendo edição de imagens, mas meu forte sempre foi escrever e trabalhar em uma redação era o que almejava fiquei sabendo de uma vaga para trabalhar no site e desde Maio do ano passado trabalho na redação do jornal de Brasília, comecei fazendo algumas matérias na parte de Cidades e hoje alimento o site do jornal.
Já viajei para Recife na cobertura de uma convenção de atacadistas para Economia.

Como concilia o horário de trabalho com as horas vagas? E o que gosta de fazer?
Entro às 8 horas da manhã é geralmente não tenho hora para sair. O jornal tem que estar pronto às 7 h, no máximo 21h30min é a 00h00minh já está fechado, para ser distribuído para a população às seis horas da manhã.
Gosto de ficar com a família nos tempos vagos, é ir ao cinema assistiram um bom filme.
Comenta nunca desligar o celular, pois a qualquer hora pode surgir um furo de reportagem, alguma dica de pauta.

Uma comparação entre o jornal impresso e os outros meios de comunicação?
O jornal impresso está passando por uma forma analítica e os jornais de Brasília buscam matérias com focos diferentes para não saírem da mídia. A internet um meio de informação que é muito importante, pois é uma mídia mais rápida e de fácil acesso por todos.

Sobre a ética o que tem a dizer?
Sou jornalista que prezo da ética que aprendi, mas confesso já ter ido contra ela em algumas de minhas matérias, precisa ter ética e ser julgado como antiético é só uma conseqüência.

Uma matéria muito importante em sua vida?
Emociono-me em falar com muito orgulho de uma matéria que fiz com um portador de necessidade especial que tocava violão.
“No outro dia quando o jornal saiu ele me ligou para comentar sobre a matéria e confessou ter ficado muito emocionado com o resultado, é muito gratificante você saber que as pessoas se emocionam com o que você escreve, jornalismo é isso”.

Suas fontes de inspiração?
Tenho como fonte de inspiração uma ótima jornalista, Maria Eugênia, editora executiva do jornal de Brasília.Entra na lista também Cristina Serra que trabalha na globo com política e Eraldo Pereira.

Sobre a queda do diploma?
Sou contra a queda do diploma, pois se passa três anos no máximo quatro, dentro de uma faculdade aprendendo princípios para serem jogados para o ar. Mas nenhuma empresa deixara de contratar uma pessoa formada na área para pegar qualquer um e acabar escrevendo o que não deve e sujando o nome do jornal.

Sobre o futuro?
Pretendo me tornar editora daqui dois anos, fazer uma pós em foto jornalismo e ter um pouquinho a mais de tempo para minha família.

Uma dica?
Muito importante que leiam bastantes livros que enriqueçam e ajude na profissão como: A Sangue Frio, Noticia do Planalto e Minha razão de viver livros que não podem faltar na vida de um jornalista.
“E para quem deseja seguir à carreira que tenham muito amor, pois não terão muito tempo para a família, nem sempre serão reconhecidos e receberá um bom salário, a camisa tem que ser vestida com amor e se entregar de corpo, alma e coração e nunca desistir de seus sonhos”. Afirma Luana Lleras.

Paixão pelo jornalismo


O chefe de reportagem do Jornal de Brasília, Felipe Trigueiro, 27 anos, é formado em turismo e jornalismo pelo IESB. Assim que concluiu turismo não se sentiu realizado, viu que não era o que queria. Em seguida por influência de seus pais que são jornalistas, optou por cursar jornalismo. “Quando comecei a fazer jornalismo foi paixão, achei o que realmente queria”, afirma Felipe.

Fazendo o que gosta, conseguiu se destacar na turma chamando a atenção de um professor que o indicou para um estágio na UNB, onde aprendeu novas experiências, enriquecendo ainda mais seus conhecimentos e currículo.


Ciente que é uma área muito concorrida, que cobra muito do profissional, o que fez para se diferenciar, enriquecer seu currículo?

Fiz cursos especializados. Em meu currículo consta: Jornalismo Investigativo, Gestão Ambiental e Internet e Novas Tecnologias, e mais alguns que eu não estou me recordando. Procuro sempre me atualizar. Participo de seminários, onde acho importante, pois por meio de palestras fico sabendo o que o mercado procura e assim faço o diferencial.

Como conseguiu fazer parte do Jornal de Brasília?

Diante de muita dedicação e esforço. Há dois anos comecei como repórter, depois subeditor e fui promovido a chefe de reportagem, onde sou responsável por todas as matérias que saem. Eu pauto as notícias, elas são criadas e sugeridas por mim.

Diante de tantas matérias feitas, qual o Senhor julga sendo a mais importante?

Todas as matérias que fiz são importantes. Gosto de todas. Sempre me emociono ao vê-la pronta. Para eu a melhor matéria é aquela que eu consigo influenciar a opinião pública.

Qual cargo almeja?

Atingi meus objetivos, ainda quero aprender muito como chefe de reportagem, então por enquanto não pretendo outro cargo.

Qual sua opinião a respeito da queda do diploma em jornalismo?

Não fez diferença, pois uma empresa de nome jamais vai querer contratar alguém que não tenha os conhecimentos adquiridos em um curso de jornalismo.

Nas horas vagas o que costuma fazer?

Costumo praticar esporte, sair para barzinho com os amigos, ouvir música e sempre ler para me manter atualizado.


Por: Alyne Célia Pontes da Silva

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Por dentro da Imaginação

O centro cultural Banco do Brasil oferece ao público de Brasília entre os dias 02 de março a 16 de maio de 2010, de terça a domingo, das 9 h às 21 horas OSGEMEOS Vertigem.
Os gêmeos são uma dupla de artistas plásticos que transformam cores em jatos sobre telas e paredes.
Com a exposição, no CCBB os trabalhos dos irmãos Gustavo e Otávio Pandolfo, trazem para Brasília a arte contemporânea brasileira nascida nas ruas da maior metrópole do país.
Através de desenhos, esculturas e obras interativas que brincam com os sentidos visuais, auditivos e táteis. Tornam possível a oportunidade de conhecer o universo da poesia e criatividade pelo universo de OSGEMEOS.
Com exposição de objetos criativos, com imagens de formato bidimensional como se os personagens tivessem saindo das paredes, onde podemos entrar na obra de arte, se sentindo parte dela, com materiais recicláveis os objetos são traçados com formatos jamais vistos e que nos levam a sonhar, a fluir dentro da imaginação.

Conta também com as obras de Anita Malfatti- 120 Anos de Nascimento, com exposição de quadros sobre sua vida, modelos de quadros Europeus, mas feitos e criados no Brasil com pinturas de formato inocente como desenhos de crianças.

Não deixe de se aventurar por esse mundo encantado.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Exposições no CCBB

O Centro Cultural Banco do Brasil oferece ao público a oportunidade de conhecer obras ilustres de renomados artistas com entrada franca e classificação indicativa livre.

Com a exposição de Anita Malfatti – 120 Anos de Nascimento, contemplamos as várias fases da trajetória de sua vida. Com cerca de 120 obras, podemos perceber as várias técnicas utilizadas por ela em seus quadros e conhecer assim um pouquinho sobre as artes plásticas no País.

Já a exposição “OSGEMEOS – Vertigem” dos irmãos Gustavo e Otávio Pandolfo nos faz mergulhar num universo de poesia e criatividade por meio de um passeio em desenhos, esculturas e obras que interagem e brincam com os nossos sentidos visuais, auditivos e táteis. Neste universo entre realidade e fantasia obtemos uma divertida exploração de sentidos.

Realmente o nome vertigem é bem sugestivo e nos remete a isso, pois eu particularmente ao olhar para a parede que se encontrava ao fundo tive tontura, pela maneira como ele pintou, fez um jogo de cores que dava uma idéia de movimento e profundidade nos dando uma ilusão que os desenhos que ali se encontravam pareciam sair da parede, andar, ter movimentos.

Acostumados a vermos uma obra e não podermos tocar, sentir, a exposição OSGEMEOS nos permite esse envolvimento. Tudo muito colorido, um pouco folclórico, nos chama bastante a atenção. E foi justamente esse lado da exposição onde pude constatar maior interesse das crianças que ali estavam com seu grupo escolar, aqueles olhares admirados, as mãos delicadas tocando os objetos que ali se encontravam, a alegria de poder entrar numa das obras realmente deixou as crianças envolvidas com a cultura, com uma obra de arte. No final, crianças e adultos, inclusive eu, apreciamos, ouvimos e sentimos o valor de uma obra de arte.


Por: Alyne Célia Pontes da Silva

sábado, 17 de abril de 2010

A diferença entre um Hacker e um Cracker



De origem inglesa a palavra Hacker e Cracker passaram a ser utilizada na língua portuguesa para designar indivíduos que possuem conhecimentos avançados na área tecnológica e de informática. Somente após seu uso na informática que adquiriu esta definição de especialistas em computação. Entretanto há uma diferença entre eles.

Hacker são as pessoas que elaboram e modificam software e hardware de computadores para desenvolver funcionalidades novas e ou adaptando as antigas de forma legal. Trabalham a favor de uma melhora no sistema de computação construindo novas ferramentas para um bem coletivo.

Segundo o TMRC (Tech Model Railroad Club) que é uma organização estudantil na Massachusetts Institute of Technology (MIT), afirma que: “Nós aqui no TMRC usamos os termo 'hacker' só com o seu significado original, alguém que aplica o seu engenho para conseguir um resultado inteligente, o que é chamado de 'hack'. A essência de um 'hack' é que ele é feito rapidamente, e geralmente não tem elegância. Ele atinge os seus objetivos sem modificar o projeto total do sistema onde ele está inserido. Apesar de não se encaixar no design geral do sistema um 'hack' é em geral rápido, esperto e eficiente. O significado inicial e benevolente se destaca ao significado recente e mais utilizado da palavra "hacker", sendo a pessoa que geralmente invade redes de computadores com a intenção de roubar ou vandalizar. Aqui no TMRC, onde a palavra "hack" e "hacker" foram criadas e são usadas com orgulho desde a década de 50, ficamos ofendidos o uso indevido da palavra para descrever atos ilegais. Pessoas que cometem tais coisas são mais bem descritas por expressões como ladrões, "crackers de senhas" ou "vândalos de computadores". Eles com certeza não são verdadeiros "hackers" já que não entendem os valores "hacker". Não há nada de errado com o "hacking" ou em ser um "hacker".

Já Cracker são as pessoas que utilizam o seu vasto conhecimento na informática para danificar e destruir componentes eletrônicos. São programadores maliciosos e ciberpiratas que violam ilegal os sistemas cibernéticos, e também roubam dados para fins pessoais ou não. Conhecidos como os verdadeiros invasores de computadores. Utilizam de seu conhecimento para a prática do mal.

Com isso muitas pessoas e a própria mídia casa os dois termos juntando em uma só definição. Referindo hacker como cracker por falta de conhecimento.


Por: Alyne Célia Pontes da Silva

Escondidos por trás das maquinas


O que para muitos é interessante, para outros uma situação de constrangimento constante. A inteligência que muitos possuem para uso negativo causam transtorno na vida de muitas pessoas que são envolvidas em golpes que não tem conhecimento algum do assunto, seus nomes são usados pelos chamados Hackers que fazem fraudes, roubam senhas secretas de empresas e conseguem fazer coisas inacreditáveis.
Eles utilizam de sites como: www.invasao.com.br e outros vários sites que são disponibilizados pela internet, existem até aulas de cursos que ensinam passo a passo tudo o que é necessário para ser um Hacker. Existem também sites que podem te ajudar a se prevenir de passar por certos acontecimentos como roubo de senhas importantes, pois muitos deles utilizam de seus conhecimentos para fazer o mal por simples hobby, de estar fazendo o mal para uma ou várias pessoas.
Eles criam redes, dentro da internet para se comunicarem e trocarem informações entre eles, possuem grande conhecimento na área de informática, sabem muito sobre software e hardware que fazem com que tenham acesso para invadir computadores que não pertencem aos mesmos é até vendem as informações que conseguem.
No Brasil existe até uma escola para quem deseja se torna uma Hacker para fazer o bem, com ética e ajudando a muitas descobertas. Mais informações podem ser encontradas no site: http://www.escoladehackers.com.br.
Se for se tornar um hacker que seja para fazer o bem. Pois pra fazer o mal já existem vários que ficam escondidos por detrás de computadores e nunca são descobertos. Pode existir um bem pertinho de você, portanto tome cuidado ao abrir um email na sua caixa de mensagem, pode ser algum deles querendo de enviar um vírus, descobrir alguma senha importante que vai acabar te prejudicando.
Ao receber algo suspeito apague e não abra nunca por curiosidade.

Escondidos por trás das Máquinas

O que para muitos é interessante, para outros uma situação de constrangimento constante. A inteligência que muitos possuem para uso negativo causam transtorno na vida de muitas pessoas que são envolvidas em golpes que não tem conhecimento algum do assunto, seus nomes são usados pelos chamados Hackers que fazem fraudes, roubam senhas secretas de empresas e conseguem fazer coisas inacreditáveis.
Eles utilizam de sites como: www.invasao.com.br e outros vários sites que são disponibilizados pela internet, existem até aulas de cursos que ensinam passo a passo tudo o que é necessário para ser um Hacker. Existem também sites que podem te ajudar a se prevenir de passar por certos acontecimentos como roubo de senhas importantes, pois muitos deles utilizam de seus conhecimentos para fazer o mal por simples hobby, de estar fazendo o mal para uma ou várias pessoas.
Criam redes, dentro da internet para se comunicarem e trocarem informações entre eles, possuem grande conhecimento na área de informática, sabem muito sobre software e hardware que fazem com que tenham acesso para invadir computadores que não pertencem aos mesmos é até vendem as informações que conseguem.
No Brasil existe até uma escola para quem deseja se torna uma Hacker para fazer o bem, com ética e ajudando a muitas descobertas. Mais informações podem ser encontradas no site: http://www.escoladehackers.com.br.
Se for se tornar um hacker que seja para fazer o bem. Pois pra fazer o mal já existem vários que ficam escondidos por detrás de computadores e nunca são descobertos. Pode existir um bem pertinho de você, portanto tome cuidado ao abrir um email na sua caixa de mensagem, pode ser algum deles querendo de enviar um vírus, descobrir alguma senha importante que vai acabar te prejudicando.
Ao receber algo suspeito apague e não abra nunca por curiosidade.