sábado, 13 de março de 2010

O que a medicina comprovou mas nem todos acreditaram






O milagre aconteceu a 700 anos, na cidade italiana de Lanciano, na igreja do mosteiro de São Legoziano, onde viviam os monges. Entre os monges havia um que não acreditava que a hóstia consagrada fosse verdadeiro corpo e sangue de Jesus Cristo, mas ele rezava todos os dias para que o pensamento dele mudasse. Foi quando em uma celebração da santa missa, após a consagração ele viu a hóstia transformada em carne viva e o vinho em sangue. Diante de todo seu tormento pelo milagre acontecido ficou transbordado em uma alegria imensa que foi passada para as pessoas presentes, disse ele que Deus veio para torna visível aos seus olhos suas maravilhas e convidou a todos os fiéis para que se aproximasse para admirar o milagre que estava acontecendo. A partir desse dia ele ficou conhecido como o novo monge Tomé.
A partir de 1713, até hoje, a carne passou a ser conservada numa custódia de prata, e o Sangue num cálice de cristal. Os franciscanos construíram um santuário onde as relíquias estão custodiadas. Em 18 de novembro de 1970 que os frades menores decidiram autorizar dois médicos a fazerem a análise científica. E em 4 de março de 1971, os pesquisadores publicaram um relatório com o resultado: A carne e o sangue são verdadeiros, a carne fazia parte do tecido muscular do coração e o sangue de uma pessoa viva.

Fonte: http://deusvivorj.sites.uol.com.br/lanciano.htm

O impressionante é que a carne faz parte do coração e não de qualquer outra parte do corpo de nosso Senhor Jesus, a eucaristia e a verdadeira prova de amor e nela podemos receber o Cristo vivo. A comunhão eucarística existe em duas espécies no pão e no vinho que é consagrada em toda santa missa.
"Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia" (Jo 6,54).

Por : Karoline Silva Marcelino

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