terça-feira, 21 de setembro de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
2° semana de comunicação da Faculdade Anhanguera "Integracao dos alunos de comunicacao social"
Por: Karoline Marcelino
sexta-feira, 14 de maio de 2010
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Da garota que sonhava em ser médica e se tornou jornalista
Começou fazendo cursinho para a área de humanas, mas pensava na medicina como um mérito, gostou sempre de escrever, ler, estar informada e em dezembro de 2008 se formou em jornalismo na faculdade UnB de Brasília.
Luana Lleras, 23 anos trabalha como jornalista no Jornal de Brasília.
Como foi o seu primeiro emprego? Suas viagens como jornalista?
Meu primeiro trabalho foi na emissora Globo fazendo edição de imagens, mas meu forte sempre foi escrever e trabalhar em uma redação era o que almejava fiquei sabendo de uma vaga para trabalhar no site e desde Maio do ano passado trabalho na redação do jornal de Brasília, comecei fazendo algumas matérias na parte de Cidades e hoje alimento o site do jornal.
Já viajei para Recife na cobertura de uma convenção de atacadistas para Economia.
Como concilia o horário de trabalho com as horas vagas? E o que gosta de fazer?
Entro às 8 horas da manhã é geralmente não tenho hora para sair. O jornal tem que estar pronto às 7 h, no máximo 21h30min é a 00h00minh já está fechado, para ser distribuído para a população às seis horas da manhã.
Gosto de ficar com a família nos tempos vagos, é ir ao cinema assistiram um bom filme.
Comenta nunca desligar o celular, pois a qualquer hora pode surgir um furo de reportagem, alguma dica de pauta.
Uma comparação entre o jornal impresso e os outros meios de comunicação?
O jornal impresso está passando por uma forma analítica e os jornais de Brasília buscam matérias com focos diferentes para não saírem da mídia. A internet um meio de informação que é muito importante, pois é uma mídia mais rápida e de fácil acesso por todos.
Sobre a ética o que tem a dizer?
Sou jornalista que prezo da ética que aprendi, mas confesso já ter ido contra ela em algumas de minhas matérias, precisa ter ética e ser julgado como antiético é só uma conseqüência.
Uma matéria muito importante em sua vida?
Emociono-me em falar com muito orgulho de uma matéria que fiz com um portador de necessidade especial que tocava violão.
“No outro dia quando o jornal saiu ele me ligou para comentar sobre a matéria e confessou ter ficado muito emocionado com o resultado, é muito gratificante você saber que as pessoas se emocionam com o que você escreve, jornalismo é isso”.
Suas fontes de inspiração?
Tenho como fonte de inspiração uma ótima jornalista, Maria Eugênia, editora executiva do jornal de Brasília.Entra na lista também Cristina Serra que trabalha na globo com política e Eraldo Pereira.
Sobre a queda do diploma?
Sou contra a queda do diploma, pois se passa três anos no máximo quatro, dentro de uma faculdade aprendendo princípios para serem jogados para o ar. Mas nenhuma empresa deixara de contratar uma pessoa formada na área para pegar qualquer um e acabar escrevendo o que não deve e sujando o nome do jornal.
Sobre o futuro?
Pretendo me tornar editora daqui dois anos, fazer uma pós em foto jornalismo e ter um pouquinho a mais de tempo para minha família.
Uma dica?
Muito importante que leiam bastantes livros que enriqueçam e ajude na profissão como: A Sangue Frio, Noticia do Planalto e Minha razão de viver livros que não podem faltar na vida de um jornalista.
“E para quem deseja seguir à carreira que tenham muito amor, pois não terão muito tempo para a família, nem sempre serão reconhecidos e receberá um bom salário, a camisa tem que ser vestida com amor e se entregar de corpo, alma e coração e nunca desistir de seus sonhos”. Afirma Luana Lleras.
Luana Lleras, 23 anos trabalha como jornalista no Jornal de Brasília.
Como foi o seu primeiro emprego? Suas viagens como jornalista?
Meu primeiro trabalho foi na emissora Globo fazendo edição de imagens, mas meu forte sempre foi escrever e trabalhar em uma redação era o que almejava fiquei sabendo de uma vaga para trabalhar no site e desde Maio do ano passado trabalho na redação do jornal de Brasília, comecei fazendo algumas matérias na parte de Cidades e hoje alimento o site do jornal.
Já viajei para Recife na cobertura de uma convenção de atacadistas para Economia.
Como concilia o horário de trabalho com as horas vagas? E o que gosta de fazer?
Entro às 8 horas da manhã é geralmente não tenho hora para sair. O jornal tem que estar pronto às 7 h, no máximo 21h30min é a 00h00minh já está fechado, para ser distribuído para a população às seis horas da manhã.
Gosto de ficar com a família nos tempos vagos, é ir ao cinema assistiram um bom filme.
Comenta nunca desligar o celular, pois a qualquer hora pode surgir um furo de reportagem, alguma dica de pauta.
Uma comparação entre o jornal impresso e os outros meios de comunicação?
O jornal impresso está passando por uma forma analítica e os jornais de Brasília buscam matérias com focos diferentes para não saírem da mídia. A internet um meio de informação que é muito importante, pois é uma mídia mais rápida e de fácil acesso por todos.
Sobre a ética o que tem a dizer?
Sou jornalista que prezo da ética que aprendi, mas confesso já ter ido contra ela em algumas de minhas matérias, precisa ter ética e ser julgado como antiético é só uma conseqüência.
Uma matéria muito importante em sua vida?
Emociono-me em falar com muito orgulho de uma matéria que fiz com um portador de necessidade especial que tocava violão.
“No outro dia quando o jornal saiu ele me ligou para comentar sobre a matéria e confessou ter ficado muito emocionado com o resultado, é muito gratificante você saber que as pessoas se emocionam com o que você escreve, jornalismo é isso”.
Suas fontes de inspiração?
Tenho como fonte de inspiração uma ótima jornalista, Maria Eugênia, editora executiva do jornal de Brasília.Entra na lista também Cristina Serra que trabalha na globo com política e Eraldo Pereira.
Sobre a queda do diploma?
Sou contra a queda do diploma, pois se passa três anos no máximo quatro, dentro de uma faculdade aprendendo princípios para serem jogados para o ar. Mas nenhuma empresa deixara de contratar uma pessoa formada na área para pegar qualquer um e acabar escrevendo o que não deve e sujando o nome do jornal.
Sobre o futuro?
Pretendo me tornar editora daqui dois anos, fazer uma pós em foto jornalismo e ter um pouquinho a mais de tempo para minha família.
Uma dica?
Muito importante que leiam bastantes livros que enriqueçam e ajude na profissão como: A Sangue Frio, Noticia do Planalto e Minha razão de viver livros que não podem faltar na vida de um jornalista.
“E para quem deseja seguir à carreira que tenham muito amor, pois não terão muito tempo para a família, nem sempre serão reconhecidos e receberá um bom salário, a camisa tem que ser vestida com amor e se entregar de corpo, alma e coração e nunca desistir de seus sonhos”. Afirma Luana Lleras.
Paixão pelo jornalismo
O chefe de reportagem do Jornal de Brasília, Felipe Trigueiro, 27 anos, é formado em turismo e jornalismo pelo IESB. Assim que concluiu turismo não se sentiu realizado, viu que não era o que queria. Em seguida por influência de seus pais que são jornalistas, optou por cursar jornalismo. “Quando comecei a fazer jornalismo foi paixão, achei o que realmente queria”, afirma Felipe.
Fazendo o que gosta, conseguiu se destacar na turma chamando a atenção de um professor que o indicou para um estágio na UNB, onde aprendeu novas experiências, enriquecendo ainda mais seus conhecimentos e currículo.
Ciente que é uma área muito concorrida, que cobra muito do profissional, o que fez para se diferenciar, enriquecer seu currículo?
Fiz cursos especializados. Em meu currículo consta: Jornalismo Investigativo, Gestão Ambiental e Internet e Novas Tecnologias, e mais alguns que eu não estou me recordando. Procuro sempre me atualizar. Participo de seminários, onde acho importante, pois por meio de palestras fico sabendo o que o mercado procura e assim faço o diferencial.
Como conseguiu fazer parte do Jornal de Brasília?
Diante de muita dedicação e esforço. Há dois anos comecei como repórter, depois subeditor e fui promovido a chefe de reportagem, onde sou responsável por todas as matérias que saem. Eu pauto as notícias, elas são criadas e sugeridas por mim.
Diante de tantas matérias feitas, qual o Senhor julga sendo a mais importante?
Todas as matérias que fiz são importantes. Gosto de todas. Sempre me emociono ao vê-la pronta. Para eu a melhor matéria é aquela que eu consigo influenciar a opinião pública.
Qual cargo almeja?
Atingi meus objetivos, ainda quero aprender muito como chefe de reportagem, então por enquanto não pretendo outro cargo.
Qual sua opinião a respeito da queda do diploma em jornalismo?
Não fez diferença, pois uma empresa de nome jamais vai querer contratar alguém que não tenha os conhecimentos adquiridos em um curso de jornalismo.
Nas horas vagas o que costuma fazer?
Costumo praticar esporte, sair para barzinho com os amigos, ouvir música e sempre ler para me manter atualizado.
Por: Alyne Célia Pontes da Silva
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Por dentro da Imaginação
O centro cultural Banco do Brasil oferece ao público de Brasília entre os dias 02 de março a 16 de maio de 2010, de terça a domingo, das 9 h às 21 horas OSGEMEOS Vertigem.
Os gêmeos são uma dupla de artistas plásticos que transformam cores em jatos sobre telas e paredes.
Com a exposição, no CCBB os trabalhos dos irmãos Gustavo e Otávio Pandolfo, trazem para Brasília a arte contemporânea brasileira nascida nas ruas da maior metrópole do país.
Através de desenhos, esculturas e obras interativas que brincam com os sentidos visuais, auditivos e táteis. Tornam possível a oportunidade de conhecer o universo da poesia e criatividade pelo universo de OSGEMEOS.
Com exposição de objetos criativos, com imagens de formato bidimensional como se os personagens tivessem saindo das paredes, onde podemos entrar na obra de arte, se sentindo parte dela, com materiais recicláveis os objetos são traçados com formatos jamais vistos e que nos levam a sonhar, a fluir dentro da imaginação.
Conta também com as obras de Anita Malfatti- 120 Anos de Nascimento, com exposição de quadros sobre sua vida, modelos de quadros Europeus, mas feitos e criados no Brasil com pinturas de formato inocente como desenhos de crianças.
Não deixe de se aventurar por esse mundo encantado.
Os gêmeos são uma dupla de artistas plásticos que transformam cores em jatos sobre telas e paredes.
Com a exposição, no CCBB os trabalhos dos irmãos Gustavo e Otávio Pandolfo, trazem para Brasília a arte contemporânea brasileira nascida nas ruas da maior metrópole do país.
Através de desenhos, esculturas e obras interativas que brincam com os sentidos visuais, auditivos e táteis. Tornam possível a oportunidade de conhecer o universo da poesia e criatividade pelo universo de OSGEMEOS.
Com exposição de objetos criativos, com imagens de formato bidimensional como se os personagens tivessem saindo das paredes, onde podemos entrar na obra de arte, se sentindo parte dela, com materiais recicláveis os objetos são traçados com formatos jamais vistos e que nos levam a sonhar, a fluir dentro da imaginação.
Conta também com as obras de Anita Malfatti- 120 Anos de Nascimento, com exposição de quadros sobre sua vida, modelos de quadros Europeus, mas feitos e criados no Brasil com pinturas de formato inocente como desenhos de crianças.
Não deixe de se aventurar por esse mundo encantado.
terça-feira, 20 de abril de 2010
Exposições no CCBB
O Centro Cultural Banco do Brasil oferece ao público a oportunidade de conhecer obras ilustres de renomados artistas com entrada franca e classificação indicativa livre.
Com a exposição de Anita Malfatti – 120 Anos de Nascimento, contemplamos as várias fases da trajetória de sua vida. Com cerca de 120 obras, podemos perceber as várias técnicas utilizadas por ela em seus quadros e conhecer assim um pouquinho sobre as artes plásticas no País.
Já a exposição “OSGEMEOS – Vertigem” dos irmãos Gustavo e Otávio Pandolfo nos faz mergulhar num universo de poesia e criatividade por meio de um passeio em desenhos, esculturas e obras que interagem e brincam com os nossos sentidos visuais, auditivos e táteis. Neste universo entre realidade e fantasia obtemos uma divertida exploração de sentidos.
Realmente o nome vertigem é bem sugestivo e nos remete a isso, pois eu particularmente ao olhar para a parede que se encontrava ao fundo tive tontura, pela maneira como ele pintou, fez um jogo de cores que dava uma idéia de movimento e profundidade nos dando uma ilusão que os desenhos que ali se encontravam pareciam sair da parede, andar, ter movimentos.
Acostumados a vermos uma obra e não podermos tocar, sentir, a exposição OSGEMEOS nos permite esse envolvimento. Tudo muito colorido, um pouco folclórico, nos chama bastante a atenção. E foi justamente esse lado da exposição onde pude constatar maior interesse das crianças que ali estavam com seu grupo escolar, aqueles olhares admirados, as mãos delicadas tocando os objetos que ali se encontravam, a alegria de poder entrar numa das obras realmente deixou as crianças envolvidas com a cultura, com uma obra de arte. No final, crianças e adultos, inclusive eu, apreciamos, ouvimos e sentimos o valor de uma obra de arte.
Por: Alyne Célia Pontes da Silva
Com a exposição de Anita Malfatti – 120 Anos de Nascimento, contemplamos as várias fases da trajetória de sua vida. Com cerca de 120 obras, podemos perceber as várias técnicas utilizadas por ela em seus quadros e conhecer assim um pouquinho sobre as artes plásticas no País.
Já a exposição “OSGEMEOS – Vertigem” dos irmãos Gustavo e Otávio Pandolfo nos faz mergulhar num universo de poesia e criatividade por meio de um passeio em desenhos, esculturas e obras que interagem e brincam com os nossos sentidos visuais, auditivos e táteis. Neste universo entre realidade e fantasia obtemos uma divertida exploração de sentidos.
Realmente o nome vertigem é bem sugestivo e nos remete a isso, pois eu particularmente ao olhar para a parede que se encontrava ao fundo tive tontura, pela maneira como ele pintou, fez um jogo de cores que dava uma idéia de movimento e profundidade nos dando uma ilusão que os desenhos que ali se encontravam pareciam sair da parede, andar, ter movimentos.
Acostumados a vermos uma obra e não podermos tocar, sentir, a exposição OSGEMEOS nos permite esse envolvimento. Tudo muito colorido, um pouco folclórico, nos chama bastante a atenção. E foi justamente esse lado da exposição onde pude constatar maior interesse das crianças que ali estavam com seu grupo escolar, aqueles olhares admirados, as mãos delicadas tocando os objetos que ali se encontravam, a alegria de poder entrar numa das obras realmente deixou as crianças envolvidas com a cultura, com uma obra de arte. No final, crianças e adultos, inclusive eu, apreciamos, ouvimos e sentimos o valor de uma obra de arte.
Por: Alyne Célia Pontes da Silva
sábado, 17 de abril de 2010
A diferença entre um Hacker e um Cracker
De origem inglesa a palavra Hacker e Cracker passaram a ser utilizada na língua portuguesa para designar indivíduos que possuem conhecimentos avançados na área tecnológica e de informática. Somente após seu uso na informática que adquiriu esta definição de especialistas em computação. Entretanto há uma diferença entre eles.
Hacker são as pessoas que elaboram e modificam software e hardware de computadores para desenvolver funcionalidades novas e ou adaptando as antigas de forma legal. Trabalham a favor de uma melhora no sistema de computação construindo novas ferramentas para um bem coletivo.
Segundo o TMRC (Tech Model Railroad Club) que é uma organização estudantil na Massachusetts Institute of Technology (MIT), afirma que: “Nós aqui no TMRC usamos os termo 'hacker' só com o seu significado original, alguém que aplica o seu engenho para conseguir um resultado inteligente, o que é chamado de 'hack'. A essência de um 'hack' é que ele é feito rapidamente, e geralmente não tem elegância. Ele atinge os seus objetivos sem modificar o projeto total do sistema onde ele está inserido. Apesar de não se encaixar no design geral do sistema um 'hack' é em geral rápido, esperto e eficiente. O significado inicial e benevolente se destaca ao significado recente e mais utilizado da palavra "hacker", sendo a pessoa que geralmente invade redes de computadores com a intenção de roubar ou vandalizar. Aqui no TMRC, onde a palavra "hack" e "hacker" foram criadas e são usadas com orgulho desde a década de 50, ficamos ofendidos o uso indevido da palavra para descrever atos ilegais. Pessoas que cometem tais coisas são mais bem descritas por expressões como ladrões, "crackers de senhas" ou "vândalos de computadores". Eles com certeza não são verdadeiros "hackers" já que não entendem os valores "hacker". Não há nada de errado com o "hacking" ou em ser um "hacker".
Já Cracker são as pessoas que utilizam o seu vasto conhecimento na informática para danificar e destruir componentes eletrônicos. São programadores maliciosos e ciberpiratas que violam ilegal os sistemas cibernéticos, e também roubam dados para fins pessoais ou não. Conhecidos como os verdadeiros invasores de computadores. Utilizam de seu conhecimento para a prática do mal.
Com isso muitas pessoas e a própria mídia casa os dois termos juntando em uma só definição. Referindo hacker como cracker por falta de conhecimento.
Por: Alyne Célia Pontes da Silva
Escondidos por trás das maquinas

O que para muitos é interessante, para outros uma situação de constrangimento constante. A inteligência que muitos possuem para uso negativo causam transtorno na vida de muitas pessoas que são envolvidas em golpes que não tem conhecimento algum do assunto, seus nomes são usados pelos chamados Hackers que fazem fraudes, roubam senhas secretas de empresas e conseguem fazer coisas inacreditáveis.
Eles utilizam de sites como: www.invasao.com.br e outros vários sites que são disponibilizados pela internet, existem até aulas de cursos que ensinam passo a passo tudo o que é necessário para ser um Hacker. Existem também sites que podem te ajudar a se prevenir de passar por certos acontecimentos como roubo de senhas importantes, pois muitos deles utilizam de seus conhecimentos para fazer o mal por simples hobby, de estar fazendo o mal para uma ou várias pessoas.
Eles criam redes, dentro da internet para se comunicarem e trocarem informações entre eles, possuem grande conhecimento na área de informática, sabem muito sobre software e hardware que fazem com que tenham acesso para invadir computadores que não pertencem aos mesmos é até vendem as informações que conseguem.
No Brasil existe até uma escola para quem deseja se torna uma Hacker para fazer o bem, com ética e ajudando a muitas descobertas. Mais informações podem ser encontradas no site: http://www.escoladehackers.com.br.
Se for se tornar um hacker que seja para fazer o bem. Pois pra fazer o mal já existem vários que ficam escondidos por detrás de computadores e nunca são descobertos. Pode existir um bem pertinho de você, portanto tome cuidado ao abrir um email na sua caixa de mensagem, pode ser algum deles querendo de enviar um vírus, descobrir alguma senha importante que vai acabar te prejudicando.
Ao receber algo suspeito apague e não abra nunca por curiosidade.
Escondidos por trás das Máquinas
O que para muitos é interessante, para outros uma situação de constrangimento constante. A inteligência que muitos possuem para uso negativo causam transtorno na vida de muitas pessoas que são envolvidas em golpes que não tem conhecimento algum do assunto, seus nomes são usados pelos chamados Hackers que fazem fraudes, roubam senhas secretas de empresas e conseguem fazer coisas inacreditáveis.
Eles utilizam de sites como: www.invasao.com.br e outros vários sites que são disponibilizados pela internet, existem até aulas de cursos que ensinam passo a passo tudo o que é necessário para ser um Hacker. Existem também sites que podem te ajudar a se prevenir de passar por certos acontecimentos como roubo de senhas importantes, pois muitos deles utilizam de seus conhecimentos para fazer o mal por simples hobby, de estar fazendo o mal para uma ou várias pessoas.
Criam redes, dentro da internet para se comunicarem e trocarem informações entre eles, possuem grande conhecimento na área de informática, sabem muito sobre software e hardware que fazem com que tenham acesso para invadir computadores que não pertencem aos mesmos é até vendem as informações que conseguem.
No Brasil existe até uma escola para quem deseja se torna uma Hacker para fazer o bem, com ética e ajudando a muitas descobertas. Mais informações podem ser encontradas no site: http://www.escoladehackers.com.br.
Se for se tornar um hacker que seja para fazer o bem. Pois pra fazer o mal já existem vários que ficam escondidos por detrás de computadores e nunca são descobertos. Pode existir um bem pertinho de você, portanto tome cuidado ao abrir um email na sua caixa de mensagem, pode ser algum deles querendo de enviar um vírus, descobrir alguma senha importante que vai acabar te prejudicando.
Ao receber algo suspeito apague e não abra nunca por curiosidade.
Eles utilizam de sites como: www.invasao.com.br e outros vários sites que são disponibilizados pela internet, existem até aulas de cursos que ensinam passo a passo tudo o que é necessário para ser um Hacker. Existem também sites que podem te ajudar a se prevenir de passar por certos acontecimentos como roubo de senhas importantes, pois muitos deles utilizam de seus conhecimentos para fazer o mal por simples hobby, de estar fazendo o mal para uma ou várias pessoas.
Criam redes, dentro da internet para se comunicarem e trocarem informações entre eles, possuem grande conhecimento na área de informática, sabem muito sobre software e hardware que fazem com que tenham acesso para invadir computadores que não pertencem aos mesmos é até vendem as informações que conseguem.
No Brasil existe até uma escola para quem deseja se torna uma Hacker para fazer o bem, com ética e ajudando a muitas descobertas. Mais informações podem ser encontradas no site: http://www.escoladehackers.com.br.
Se for se tornar um hacker que seja para fazer o bem. Pois pra fazer o mal já existem vários que ficam escondidos por detrás de computadores e nunca são descobertos. Pode existir um bem pertinho de você, portanto tome cuidado ao abrir um email na sua caixa de mensagem, pode ser algum deles querendo de enviar um vírus, descobrir alguma senha importante que vai acabar te prejudicando.
Ao receber algo suspeito apague e não abra nunca por curiosidade.
segunda-feira, 22 de março de 2010
Amor incondicional
Desde pequena aprendi que não tenho um só pai. Compreendi que a razão de minha existência é Deus. Um ser perfeito e superior a todos os seres. O Pai de todos nós, seres humanos.
Papai do Céu, assim que eu o chamo, está presente em todos os lugares. Não podemos vê-lo, entretanto, podemos senti-lo profundamente em nossos corações.
Nas alegrias Ele está sorrindo com a gente, na tristeza, nos dá força para superar o obstáculo ou se estamos muito abatido, fraco, nos carrega em seu colo e sente as mesmas dores que a gente. Só que Ele sempre acredita que vamos superar, quando nós mesmos deixamos de acreditar. Contudo, Ele jamais nos abandona, Ele é persistente, Ele luta com a gente, procura um meio para mostrar que não estamos só, e que no final tudo vai dá certo.
Deus sempre procura uma maneira para mostrar que Ele está ali, pertinho da gente. Ele nunca esquece ou abandona seus filhos. Por isso, devemos todos os dias agradecer a Ele por fazer parte de nossas vidas e nos amar profundamente. Devemos retribuir pelo menos parte do amor que Dele temos recebido, digo parte, pois o amor que Ele nos dá é muito grande e intenso.
Por: Alyne Célia Pontes da Silva
Papai do Céu, assim que eu o chamo, está presente em todos os lugares. Não podemos vê-lo, entretanto, podemos senti-lo profundamente em nossos corações.
Nas alegrias Ele está sorrindo com a gente, na tristeza, nos dá força para superar o obstáculo ou se estamos muito abatido, fraco, nos carrega em seu colo e sente as mesmas dores que a gente. Só que Ele sempre acredita que vamos superar, quando nós mesmos deixamos de acreditar. Contudo, Ele jamais nos abandona, Ele é persistente, Ele luta com a gente, procura um meio para mostrar que não estamos só, e que no final tudo vai dá certo.
Deus sempre procura uma maneira para mostrar que Ele está ali, pertinho da gente. Ele nunca esquece ou abandona seus filhos. Por isso, devemos todos os dias agradecer a Ele por fazer parte de nossas vidas e nos amar profundamente. Devemos retribuir pelo menos parte do amor que Dele temos recebido, digo parte, pois o amor que Ele nos dá é muito grande e intenso.
Por: Alyne Célia Pontes da Silva
sábado, 13 de março de 2010
O que a medicina comprovou mas nem todos acreditaram


O milagre aconteceu a 700 anos, na cidade italiana de Lanciano, na igreja do mosteiro de São Legoziano, onde viviam os monges. Entre os monges havia um que não acreditava que a hóstia consagrada fosse verdadeiro corpo e sangue de Jesus Cristo, mas ele rezava todos os dias para que o pensamento dele mudasse. Foi quando em uma celebração da santa missa, após a consagração ele viu a hóstia transformada em carne viva e o vinho em sangue. Diante de todo seu tormento pelo milagre acontecido ficou transbordado em uma alegria imensa que foi passada para as pessoas presentes, disse ele que Deus veio para torna visível aos seus olhos suas maravilhas e convidou a todos os fiéis para que se aproximasse para admirar o milagre que estava acontecendo. A partir desse dia ele ficou conhecido como o novo monge Tomé.
A partir de 1713, até hoje, a carne passou a ser conservada numa custódia de prata, e o Sangue num cálice de cristal. Os franciscanos construíram um santuário onde as relíquias estão custodiadas. Em 18 de novembro de 1970 que os frades menores decidiram autorizar dois médicos a fazerem a análise científica. E em 4 de março de 1971, os pesquisadores publicaram um relatório com o resultado: A carne e o sangue são verdadeiros, a carne fazia parte do tecido muscular do coração e o sangue de uma pessoa viva.
Fonte: http://deusvivorj.sites.uol.com.br/lanciano.htm
O impressionante é que a carne faz parte do coração e não de qualquer outra parte do corpo de nosso Senhor Jesus, a eucaristia e a verdadeira prova de amor e nela podemos receber o Cristo vivo. A comunhão eucarística existe em duas espécies no pão e no vinho que é consagrada em toda santa missa.
"Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia" (Jo 6,54).
Por : Karoline Silva Marcelino
sábado, 6 de março de 2010
Hospital em clima de circo
Geralmente as instituições hospitalares procuram promover ações de caráter voluntário. Devido ao fato de um hospital ser um ambiente propício para a dor e a tristeza.
Movidos pelo desejo de transformar a dor em riso, os chamados Doutores da Alegria, é um grupo de palhaços que visita crianças doentes em hospitais.
Deixam o circo e vão em busca de sua platéia mais especial, as crianças. Deitadas em seu leito, os palhaços tomam conta do quarto e lá mesmo o transforma em um grande cenário de circo.
Uma dose de besteirologia
Acostumadas as suas doses diárias de remédio, a visita dos médicos e de seus entes queridos, as crianças não encontram meios que as façam esquecer de seus problemas. Com isso a figura de um palhaço em meio a tantas adversidades lhe traz momentos de alegria. Pode ser por uns minutos ou algumas horas, isso lhe traz um conforto enorme de saber que ali há pessoas que procuram em mostrar que nas grandes lutas há uma maneira de ser feliz. Entre brincadeiras e canções, os Doutores da Alegria, tentam aliviar a dor com muito prazer em ver nos rostinhos pálidos um esboço sorriso.
Por: Alyne Célia Pontes da Silva
Movidos pelo desejo de transformar a dor em riso, os chamados Doutores da Alegria, é um grupo de palhaços que visita crianças doentes em hospitais.
Deixam o circo e vão em busca de sua platéia mais especial, as crianças. Deitadas em seu leito, os palhaços tomam conta do quarto e lá mesmo o transforma em um grande cenário de circo.
Uma dose de besteirologia
Acostumadas as suas doses diárias de remédio, a visita dos médicos e de seus entes queridos, as crianças não encontram meios que as façam esquecer de seus problemas. Com isso a figura de um palhaço em meio a tantas adversidades lhe traz momentos de alegria. Pode ser por uns minutos ou algumas horas, isso lhe traz um conforto enorme de saber que ali há pessoas que procuram em mostrar que nas grandes lutas há uma maneira de ser feliz. Entre brincadeiras e canções, os Doutores da Alegria, tentam aliviar a dor com muito prazer em ver nos rostinhos pálidos um esboço sorriso.
Por: Alyne Célia Pontes da Silva
Doutores da alegria um remédio eficaz
Uma coragem e tanto para aqueles que colocam um nariz de palhaço no rosto e tentam tirar um sorriso daqueles que acham que a felicidade acabou. Quantos deixam suas casas e passam a viver dentro de um ambiente hospitalar fechado, sem vida , quando do nada surgem pessoas pequenas, mas de corações imensos que transformam este lugar em um grande palco para encher de alegria crianças que pensam que não existe mais motivo para a felicidade bater em suas portas.Chamados doutores da alegria que fazem toda a besteirologia criada desde 1986 por um palhaço americano, veio para o Brasil com o intuito de passar confiança às crianças para que não tenham tempo para ficarem tristes por estarem ali. Uma iniciativa eficaz que vem ajudando bastante no tratamento dessas crianças.
Quanto ao ato solidário
Pessoas que não fazem palhaçadas, mas trazem conforto espiritual , uma equipe de amigos que fazem parte de um grupo paroquial de uma igreja na cidade do gama, toda as terças-feiras levam lanches e palavras de carinho para pacientes internados no hospital regional da cidade. Um ato solidário que começou desde que um dos membros da equipe ficou internado é pode constatar que as pessoas se sentiam sozinhas quando não tinham o acompanhamento de seus familiares. E a cada dia e uma experiência diferente que eles vivem, Thuane Rodrigues , 22 anos, relata que são historias de vida que mexem com seus sentimentos, fazendo com que ela se empenhe mais para ajudar o próximo. Com todo este trabalho realizado nos hospitais, vem sendo comprovado que as pessoas estão com mais confiança em suas recuperações e mesmo sem motivos para sorrir com todo amor e carinho que recebem se sentem amados mesmo que sejam só momentos, mas que ficaram guardados.
Por:Karoline Silva Marcelino
Quanto ao ato solidário
Pessoas que não fazem palhaçadas, mas trazem conforto espiritual , uma equipe de amigos que fazem parte de um grupo paroquial de uma igreja na cidade do gama, toda as terças-feiras levam lanches e palavras de carinho para pacientes internados no hospital regional da cidade. Um ato solidário que começou desde que um dos membros da equipe ficou internado é pode constatar que as pessoas se sentiam sozinhas quando não tinham o acompanhamento de seus familiares. E a cada dia e uma experiência diferente que eles vivem, Thuane Rodrigues , 22 anos, relata que são historias de vida que mexem com seus sentimentos, fazendo com que ela se empenhe mais para ajudar o próximo. Com todo este trabalho realizado nos hospitais, vem sendo comprovado que as pessoas estão com mais confiança em suas recuperações e mesmo sem motivos para sorrir com todo amor e carinho que recebem se sentem amados mesmo que sejam só momentos, mas que ficaram guardados.
Por:Karoline Silva Marcelino
sábado, 27 de fevereiro de 2010
A nova era digital
Com a crescente globalização novas tecnologias são inseridas no mercado. À medida que a nova era digital avança, as tecnologias se tornam mais úteis e sofisticadas. Esses avanços tecnológicos abrem uma fronteira de recursos e oportunidades para a humanidade.
A principal e mais importante tecnologia da informação é a internet, onde há um grande bombardeio de informações. Por meio da internet nos mantemos aualizados sobre tudo o que acontece no mundo. Entretanto são poucas as pessoas que tem acesso à ela.
Digitalmente excluídos
As camadas menos privilegiadas são excluídas digitalmente, pois não tem acesso à tecnologia. Isso atinge boa parte da população que é pobre, aumentando ainda mais a desigualdade social.
No Brasil isso é mais evidente por se tratar de um país emergente são poucas as pessoas que tem uma ascensão privilegiada.
Por: Alyne Célia Pontes da Silva
A principal e mais importante tecnologia da informação é a internet, onde há um grande bombardeio de informações. Por meio da internet nos mantemos aualizados sobre tudo o que acontece no mundo. Entretanto são poucas as pessoas que tem acesso à ela.
Digitalmente excluídos
As camadas menos privilegiadas são excluídas digitalmente, pois não tem acesso à tecnologia. Isso atinge boa parte da população que é pobre, aumentando ainda mais a desigualdade social.
No Brasil isso é mais evidente por se tratar de um país emergente são poucas as pessoas que tem uma ascensão privilegiada.
Por: Alyne Célia Pontes da Silva
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
A Tal da Era Digital
Todos bem sabemos que existe uma nova era pairando sobre todo o planeta e essa nova era tem como ponto principal um aparelho que tem o formato grande que para muitos parece até ser um monstro e para outros uns que vem no formato pequenino que e tratado como um brinquedinho. O computador, que nem todos ainda têm acesso livre, vem proporcionando uma boa estabilidade para quem já os possui, através dele pode-se diminuir a saudade de pessoas que estão distantes em outros países por exemplo.
Da garota que trocou a boneca por um computador
Ela descobriu um novo universo aos seus 15 anos, ganhou um brinquedo novo que na rua ninguém tinha acesso, foi à diversão de todos seus amigos. Na frente daquela maquina ela descobriu um novo universo, via que através de um programa poderia conversa com pessoas do mundo inteiro, tinha jogos nunca vistos antes. Gabriela Marcelino 19 anos, hoje vê que o seu computador trouxe uma nova visão para ela, agora ela utiliza do aparelho para fazer pesquisas escolares, bater papo com os amigos e se considera uma navegadora fiel, que hoje em dia não vive mais sem a era digital.
Por:Karoline Silva Marcelino
Da garota que trocou a boneca por um computador
Ela descobriu um novo universo aos seus 15 anos, ganhou um brinquedo novo que na rua ninguém tinha acesso, foi à diversão de todos seus amigos. Na frente daquela maquina ela descobriu um novo universo, via que através de um programa poderia conversa com pessoas do mundo inteiro, tinha jogos nunca vistos antes. Gabriela Marcelino 19 anos, hoje vê que o seu computador trouxe uma nova visão para ela, agora ela utiliza do aparelho para fazer pesquisas escolares, bater papo com os amigos e se considera uma navegadora fiel, que hoje em dia não vive mais sem a era digital.
Por:Karoline Silva Marcelino
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