terça-feira, 21 de setembro de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
2° semana de comunicação da Faculdade Anhanguera "Integracao dos alunos de comunicacao social"
Por: Karoline Marcelino
sexta-feira, 14 de maio de 2010
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Da garota que sonhava em ser médica e se tornou jornalista
Começou fazendo cursinho para a área de humanas, mas pensava na medicina como um mérito, gostou sempre de escrever, ler, estar informada e em dezembro de 2008 se formou em jornalismo na faculdade UnB de Brasília.
Luana Lleras, 23 anos trabalha como jornalista no Jornal de Brasília.
Como foi o seu primeiro emprego? Suas viagens como jornalista?
Meu primeiro trabalho foi na emissora Globo fazendo edição de imagens, mas meu forte sempre foi escrever e trabalhar em uma redação era o que almejava fiquei sabendo de uma vaga para trabalhar no site e desde Maio do ano passado trabalho na redação do jornal de Brasília, comecei fazendo algumas matérias na parte de Cidades e hoje alimento o site do jornal.
Já viajei para Recife na cobertura de uma convenção de atacadistas para Economia.
Como concilia o horário de trabalho com as horas vagas? E o que gosta de fazer?
Entro às 8 horas da manhã é geralmente não tenho hora para sair. O jornal tem que estar pronto às 7 h, no máximo 21h30min é a 00h00minh já está fechado, para ser distribuído para a população às seis horas da manhã.
Gosto de ficar com a família nos tempos vagos, é ir ao cinema assistiram um bom filme.
Comenta nunca desligar o celular, pois a qualquer hora pode surgir um furo de reportagem, alguma dica de pauta.
Uma comparação entre o jornal impresso e os outros meios de comunicação?
O jornal impresso está passando por uma forma analítica e os jornais de Brasília buscam matérias com focos diferentes para não saírem da mídia. A internet um meio de informação que é muito importante, pois é uma mídia mais rápida e de fácil acesso por todos.
Sobre a ética o que tem a dizer?
Sou jornalista que prezo da ética que aprendi, mas confesso já ter ido contra ela em algumas de minhas matérias, precisa ter ética e ser julgado como antiético é só uma conseqüência.
Uma matéria muito importante em sua vida?
Emociono-me em falar com muito orgulho de uma matéria que fiz com um portador de necessidade especial que tocava violão.
“No outro dia quando o jornal saiu ele me ligou para comentar sobre a matéria e confessou ter ficado muito emocionado com o resultado, é muito gratificante você saber que as pessoas se emocionam com o que você escreve, jornalismo é isso”.
Suas fontes de inspiração?
Tenho como fonte de inspiração uma ótima jornalista, Maria Eugênia, editora executiva do jornal de Brasília.Entra na lista também Cristina Serra que trabalha na globo com política e Eraldo Pereira.
Sobre a queda do diploma?
Sou contra a queda do diploma, pois se passa três anos no máximo quatro, dentro de uma faculdade aprendendo princípios para serem jogados para o ar. Mas nenhuma empresa deixara de contratar uma pessoa formada na área para pegar qualquer um e acabar escrevendo o que não deve e sujando o nome do jornal.
Sobre o futuro?
Pretendo me tornar editora daqui dois anos, fazer uma pós em foto jornalismo e ter um pouquinho a mais de tempo para minha família.
Uma dica?
Muito importante que leiam bastantes livros que enriqueçam e ajude na profissão como: A Sangue Frio, Noticia do Planalto e Minha razão de viver livros que não podem faltar na vida de um jornalista.
“E para quem deseja seguir à carreira que tenham muito amor, pois não terão muito tempo para a família, nem sempre serão reconhecidos e receberá um bom salário, a camisa tem que ser vestida com amor e se entregar de corpo, alma e coração e nunca desistir de seus sonhos”. Afirma Luana Lleras.
Luana Lleras, 23 anos trabalha como jornalista no Jornal de Brasília.
Como foi o seu primeiro emprego? Suas viagens como jornalista?
Meu primeiro trabalho foi na emissora Globo fazendo edição de imagens, mas meu forte sempre foi escrever e trabalhar em uma redação era o que almejava fiquei sabendo de uma vaga para trabalhar no site e desde Maio do ano passado trabalho na redação do jornal de Brasília, comecei fazendo algumas matérias na parte de Cidades e hoje alimento o site do jornal.
Já viajei para Recife na cobertura de uma convenção de atacadistas para Economia.
Como concilia o horário de trabalho com as horas vagas? E o que gosta de fazer?
Entro às 8 horas da manhã é geralmente não tenho hora para sair. O jornal tem que estar pronto às 7 h, no máximo 21h30min é a 00h00minh já está fechado, para ser distribuído para a população às seis horas da manhã.
Gosto de ficar com a família nos tempos vagos, é ir ao cinema assistiram um bom filme.
Comenta nunca desligar o celular, pois a qualquer hora pode surgir um furo de reportagem, alguma dica de pauta.
Uma comparação entre o jornal impresso e os outros meios de comunicação?
O jornal impresso está passando por uma forma analítica e os jornais de Brasília buscam matérias com focos diferentes para não saírem da mídia. A internet um meio de informação que é muito importante, pois é uma mídia mais rápida e de fácil acesso por todos.
Sobre a ética o que tem a dizer?
Sou jornalista que prezo da ética que aprendi, mas confesso já ter ido contra ela em algumas de minhas matérias, precisa ter ética e ser julgado como antiético é só uma conseqüência.
Uma matéria muito importante em sua vida?
Emociono-me em falar com muito orgulho de uma matéria que fiz com um portador de necessidade especial que tocava violão.
“No outro dia quando o jornal saiu ele me ligou para comentar sobre a matéria e confessou ter ficado muito emocionado com o resultado, é muito gratificante você saber que as pessoas se emocionam com o que você escreve, jornalismo é isso”.
Suas fontes de inspiração?
Tenho como fonte de inspiração uma ótima jornalista, Maria Eugênia, editora executiva do jornal de Brasília.Entra na lista também Cristina Serra que trabalha na globo com política e Eraldo Pereira.
Sobre a queda do diploma?
Sou contra a queda do diploma, pois se passa três anos no máximo quatro, dentro de uma faculdade aprendendo princípios para serem jogados para o ar. Mas nenhuma empresa deixara de contratar uma pessoa formada na área para pegar qualquer um e acabar escrevendo o que não deve e sujando o nome do jornal.
Sobre o futuro?
Pretendo me tornar editora daqui dois anos, fazer uma pós em foto jornalismo e ter um pouquinho a mais de tempo para minha família.
Uma dica?
Muito importante que leiam bastantes livros que enriqueçam e ajude na profissão como: A Sangue Frio, Noticia do Planalto e Minha razão de viver livros que não podem faltar na vida de um jornalista.
“E para quem deseja seguir à carreira que tenham muito amor, pois não terão muito tempo para a família, nem sempre serão reconhecidos e receberá um bom salário, a camisa tem que ser vestida com amor e se entregar de corpo, alma e coração e nunca desistir de seus sonhos”. Afirma Luana Lleras.
Paixão pelo jornalismo
O chefe de reportagem do Jornal de Brasília, Felipe Trigueiro, 27 anos, é formado em turismo e jornalismo pelo IESB. Assim que concluiu turismo não se sentiu realizado, viu que não era o que queria. Em seguida por influência de seus pais que são jornalistas, optou por cursar jornalismo. “Quando comecei a fazer jornalismo foi paixão, achei o que realmente queria”, afirma Felipe.
Fazendo o que gosta, conseguiu se destacar na turma chamando a atenção de um professor que o indicou para um estágio na UNB, onde aprendeu novas experiências, enriquecendo ainda mais seus conhecimentos e currículo.
Ciente que é uma área muito concorrida, que cobra muito do profissional, o que fez para se diferenciar, enriquecer seu currículo?
Fiz cursos especializados. Em meu currículo consta: Jornalismo Investigativo, Gestão Ambiental e Internet e Novas Tecnologias, e mais alguns que eu não estou me recordando. Procuro sempre me atualizar. Participo de seminários, onde acho importante, pois por meio de palestras fico sabendo o que o mercado procura e assim faço o diferencial.
Como conseguiu fazer parte do Jornal de Brasília?
Diante de muita dedicação e esforço. Há dois anos comecei como repórter, depois subeditor e fui promovido a chefe de reportagem, onde sou responsável por todas as matérias que saem. Eu pauto as notícias, elas são criadas e sugeridas por mim.
Diante de tantas matérias feitas, qual o Senhor julga sendo a mais importante?
Todas as matérias que fiz são importantes. Gosto de todas. Sempre me emociono ao vê-la pronta. Para eu a melhor matéria é aquela que eu consigo influenciar a opinião pública.
Qual cargo almeja?
Atingi meus objetivos, ainda quero aprender muito como chefe de reportagem, então por enquanto não pretendo outro cargo.
Qual sua opinião a respeito da queda do diploma em jornalismo?
Não fez diferença, pois uma empresa de nome jamais vai querer contratar alguém que não tenha os conhecimentos adquiridos em um curso de jornalismo.
Nas horas vagas o que costuma fazer?
Costumo praticar esporte, sair para barzinho com os amigos, ouvir música e sempre ler para me manter atualizado.
Por: Alyne Célia Pontes da Silva
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Por dentro da Imaginação
O centro cultural Banco do Brasil oferece ao público de Brasília entre os dias 02 de março a 16 de maio de 2010, de terça a domingo, das 9 h às 21 horas OSGEMEOS Vertigem.
Os gêmeos são uma dupla de artistas plásticos que transformam cores em jatos sobre telas e paredes.
Com a exposição, no CCBB os trabalhos dos irmãos Gustavo e Otávio Pandolfo, trazem para Brasília a arte contemporânea brasileira nascida nas ruas da maior metrópole do país.
Através de desenhos, esculturas e obras interativas que brincam com os sentidos visuais, auditivos e táteis. Tornam possível a oportunidade de conhecer o universo da poesia e criatividade pelo universo de OSGEMEOS.
Com exposição de objetos criativos, com imagens de formato bidimensional como se os personagens tivessem saindo das paredes, onde podemos entrar na obra de arte, se sentindo parte dela, com materiais recicláveis os objetos são traçados com formatos jamais vistos e que nos levam a sonhar, a fluir dentro da imaginação.
Conta também com as obras de Anita Malfatti- 120 Anos de Nascimento, com exposição de quadros sobre sua vida, modelos de quadros Europeus, mas feitos e criados no Brasil com pinturas de formato inocente como desenhos de crianças.
Não deixe de se aventurar por esse mundo encantado.
Os gêmeos são uma dupla de artistas plásticos que transformam cores em jatos sobre telas e paredes.
Com a exposição, no CCBB os trabalhos dos irmãos Gustavo e Otávio Pandolfo, trazem para Brasília a arte contemporânea brasileira nascida nas ruas da maior metrópole do país.
Através de desenhos, esculturas e obras interativas que brincam com os sentidos visuais, auditivos e táteis. Tornam possível a oportunidade de conhecer o universo da poesia e criatividade pelo universo de OSGEMEOS.
Com exposição de objetos criativos, com imagens de formato bidimensional como se os personagens tivessem saindo das paredes, onde podemos entrar na obra de arte, se sentindo parte dela, com materiais recicláveis os objetos são traçados com formatos jamais vistos e que nos levam a sonhar, a fluir dentro da imaginação.
Conta também com as obras de Anita Malfatti- 120 Anos de Nascimento, com exposição de quadros sobre sua vida, modelos de quadros Europeus, mas feitos e criados no Brasil com pinturas de formato inocente como desenhos de crianças.
Não deixe de se aventurar por esse mundo encantado.
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